ADFLY
terça-feira, 8 de dezembro de 2009
Escala Cromatica ( Pedido)
segunda-feira, 26 de outubro de 2009
Digitação no sax
quinta-feira, 4 de setembro de 2008
Escala dos superagudos do saxofone
Para se tocar no registro dos superagudos, é preciso conhecer e dominar as embocaduras do saxofone. Estas podem ser comparadas à de um trompete, que, na mesma posição de dedilhado, fazem várias notas com mudanças na embocadura.
Esse mecanismo é desconhecido pela maioria dos saxofonistas que tentam em vão tocar os superagudos lançando mão somente das posições, criando uma concepção errada de que, apertando ao máximo o lábio, conseguiremos atingir os agudos. Dessa forma, o que resulta são os apitos.
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Digitação do Saxofone
Digitação do Saxofone
Abaixo vemos as notas musicais posicionadas sobre o pentagrama e um esquema representativo das chaves do saxofone. As chaves pintadas de preto são as chaves que devem ser pressionadas para emitir a nota em questão.
Como já foi visto neste blog, existem vários tipos de saxofones. Quando foi criado por Adolph Sax eram 14 variações. O esboço básico deste instrumento nunca mudou, embora muitos aperfeiçoamentos tenham sido feitos. Algumas mudanças têm dado ao saxofone mais flexibilidade e potência, e o aperfeiçoamento no mecanismo das chaves, introduziu a chave automática de oitava, a articulação do G#, e outras vantagens técnicas. O registro normal do saxofone tem se expandido ligeiramente, inicialmente do B abaixo do pentagrama (bordão) ao F acima do pentagrama. No sax moderno expandiu-se para Bb grave (A grave no barítono) e, com a adição de chaves, alcançou o F# agudo (até G agudo no soprano). Obs.: Para quem não sabe: C=Do, D=Re, E=Mi, F=Fa, G=Sol, A=La e B=Si.
Todos os membros da família dos saxofones tem o mesmo sistema de digitação e mesma escrita; de um tipo de sax para outro a mudança de embocadura exige mínimos ajustes pois o conceito de produção de som permanece o mesmo - e a principal diferença estrutural é mesmo o tamanho e consequentemente, sua tessitura.
Os saxofones são instrumentos transpositores, ou seja, a nota escrita é diferente da nota que soa (som real). Assim, para podermos ouvir o Dó central do piano é preciso escrever notas diferentes nos diversos tipos de sax, conforme figura 1 abaixo:

